Fotografia, música, colagem, grafite, pintura, desenhos, muita arte para todos os tipos de conceitos, este é o Mural

sexta-feira, 15 de julho de 2016

JOGOS - POKÉMON GO

 

 Pokémon GO é um jogo eletrônico voltado para smartphones em uma colaboração entre a Niantic, Inc., Nintendo e a The Pokémon Company para as plataformas iOS e Android e será gratuito com compras adicionais incluídas no jogo. Wikipédia

Chega a ser bizarro ler notícia que duas pessoas teriam caído de penhasco para pegar pokémon. O fato, teria acontecido na Califórnia, nos EUA. (Ler matéria)

Quem é leigo nesse jogo quer entender o motivo dessa febre mundial. Em alguns lugares, como na China, há placas sinalizando a proibição do jogo. 

Há narrações (internet) de que ele é vicioso, uma praga deste século.

“As pessoas literalmente viraram zumbis. Andam pelas ruas com seus aparelhos eletrônicos nas mãos jogando um tal de pokémon go.”

A frase, sem autoria, parece estar de boca em boca.


Na China, há temores de que Pokémon Go possa ajudar a localizar bases militares
Por Paul Carsten

PEQUIM (Reuters) - Nem todo mundo ama o Pokémon Go, o game que se tornou sucesso mundial mesmo tendo sido lançado em alguns poucos países apenas uma semana atrás.

O jogo de realidade aumentada, no qual jogadores andam na vida real para perseguir e caçar personagens virtuais em seus smartphones, tem sido apontado nos Estados Unidos como a causa de uma série de roubos e acidentes automotivos por distrair os usuários.

E embora o jogo ainda não esteja oficialmente disponível na China, o maior mercado mundial de celulares e de games online, algumas pessoas já temem que o jogo possa se tornar um Cavalo de Tróia para uma ação ofensiva dos EUA e do Japão.

"Não joque Pokémon Go", disse o usuário Pitaorenzhe no site chinês de microblogs Weibo. "Com isso, os EUA e o Japão poderão explorar as bases secretas da China!"

A teoria da conspiração é que a empresa japonesa Nintendo, uma das donas da franquia Pokémon, e o Google, dos EUA, podem descobrir onde estão as bases militares chinesas, ao ver onde usuários não capturam personagens Pokémon.

O game utiliza serviços do Google como os mapas.
A teoria é que se a Nintendo colocar Pokémons raros em áreas onde as empresas veem que os jogadores não estão indo, e ninguém tenta capturar as criaturas, pode-se deduzir que o local tem acesso restrito, sendo potencialmente uma área militar na China.

"Então, quando a guerra irromper, o Japão e os EUA podem facilmente direcionar seus mísseis guiados, e a China terá sido destruída pela invasão de um jogo japonês-americano", disse um post quer circulou no Weibo.

O Ministério de Relações Exteriores chinês disse desconhecer relatos de que o Pokémon Go possa ser um risco para a segurança, sem dar mais detalhes. Outros representantes do governo chinês não responderam a pedidos de comentários sobre o assunto. (Fonte: Jornal Extra)



Seria um jogo perigoso para a humanidade?
Seria a humanidade infantil demais para um jogo?

ALERTA: Não jogue Pokémon Go. Ele é o mais novo experimento de vigilância governamental  
Matéria Completa - Leia AQUI



Tantas perguntas, poucas respostas.
Pode ser que, como muitas outras coisas, a medida deve ter uma dose certa.
Fugir da realidade para um mundo virtual pode criar expectativas frustadas.
Todo cuidado é pouco.



Eles fizeram sucesso na década de 90 e voltaram com força total.

Agora, o Pokémon Go já foi mais baixado que o Tinder e virou mania nos Estados Unidos, atraindo atração em todo o mundo.

Mas o que é esse jogo? 
Veja as explicações da BBC Brasil:

Pessoas vestidas de Pikachu, que voltou a ser mania no mundo



Por que as pessoas não param de falar de Pokémon de novo?

Elas estão falando do Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada parasmartphones.

Ele usa seu GPS. Você joga andando pelo mundo real e caçando pequenos monstros virtuais como o Pikachu e Jigglypuff em lugares perto da localização do seu telefone e treinando-os para lutar uns contra os outros.

O sucesso vem da mistura de jogo e realidade. Na tela do telefone você vê o mundo real, como na câmera do seu celular, mas habitado por monstrinho do Pokémon.

Os monstrinhos do jogo se tornaram populares pela primeira vez nos anos 1990, quando foram lançados no Game Boy da Nintendo.

O Pokémon já foi jogo de Game Boy e Nintendo DS, desenho animado e é, há muito tempo, um jogo não tecnológico de troca de cartas, mas esta é a primeira vez que se torna um jogo de smartphone.

O mundo que você vê na tela no Pokémon Go é o mundo que está a seu redor

Aqui está um pequeno dicionário para você começar a entender um pouco mais do Pokémon:

Pokemon = pocket monster (monstro de bolso)
Pokestop = landmark (ponto de referência)
Pokeball = uma bola que você joga para capturar o Pokemon e treiná-lo
Academia = local onde os Pokémons lutam uns contra os outros
Pikachu = Pokémon mais famoso e ícone da cultura japonesa

E, como ele te obriga a se movimentar para jogar, ele também pode ajudar a queimar algumas calorias:



Como posso jogar?

O Pokémon Go já pode ser baixado pela App Store (iPhone) e Google Play (Android) em diversos países, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

No Brasil, ainda não há data oficial de lançamento. A Niantic, desenvolvedora do jogo e ligada ao Google, havia decidido adiar o lançamento em outros países porque, com tanto usuários, o game estava tendo problemas.

Mas nesta semana a empresa retomou a expansão do aplicativo, tornando-o disponível na Europa. Isso pode significar que o game estará disponível para brasileiros em breve.

O jogo pode ser baixado de graça, mas assim como muitos aplicativos gratuitos, há coisas para comprar com dinheiro de verdade quando você já está jogando.

Pessoas estão indo para locais que não frequntavam antes atrás de Pokemons


Qual foi a coisa mais estranha que aconteceu com alguém jogando?

Hmm, pergunta difícil.

Um mulher americana encontrou um corpo enquanto procurava um Pokémon em um rio perto da sua casa. A polícia disse que o homem havia morrido há menos de 24 horas.

Quatro pessoas foram presas após usar o jogo para atrair participantes para locais remotos e roubá-los a mão armada. Em resposta, os criados do Pokémon Go disseram que as pessoas devem "jogar com amigos quando forem para lugares novos e desconhecidos" e "lembrar de se manter em segurança e alerta todo o tempo".

Polícia do Missouri publicou fotos de suspeitos de roubar usando o Pokémon Go

O grupo homofóbico Westboro Baptist Church, nos Estados Unidos, é uma das locações das academias no jogo, e jogadores colocaram uma Pokemon "Crefairy", que é rosa, chamada "Amor é amor" lá. O grupo - o mesmo que faz protestos homofóbicos em enterros de gays - respondeu com uma série de posts nas redes sociais chamando o Pokémon de sodomita.

Também há muitos relatos de pessoas caindo e se machucando porque não prestam atenção no que está a sua frente ao jogar.

Devo me preocupar com minha privacidade?

Algumas pessoas disseram que, como o jogo funciona em tempo, se você está perto de outro jogador no game você provavelmente consegue vê-los na vida real.
Quando você se inscreve no jogo, você permite que a Niantic Labs use sua localização e a compartilha pelo app.

É a mesma coisa que todos os aplicativos de redes sociais pedem, mas no Facebook, Twitter e afins você pode desligar esta função, enquanto se você fizer isso no Pokémon Go você não consegue jogar o jogo direito.

E esse sucesso estrondoso do jogo?

O game é um sucesso mesmo.
Ele acrescentou mais de US$ 7 bilhões de valor a Nintendo devido à subida das ações da empresa desde seu lançamento.

O jogo parece estar fazendo sucesso em dois mercados - os adolescentes que estão jogando pela primeira vez e as pessoas com cerca de 30 anos que lembram da febre pela primeira vez e estão curtindo uma nostalgia.

O Pikachu era assim quando apareceu na TV pela primeira vez, em 1997

O Pokémon Go já foi instalado em 5,16% de todos os smartphones com sistema Android nos EUA, de acordo com o site SimilarWeb. É quase o dobro do Tinder - e espera-se que, em breve, o app supere o Twitter em usuários ativos.


Nos últimos 30 dias, o termo Pokémon Go foi buscado no Google quase tantas vezes quanto "Brexit", a saída do Reino Unido da União Europeia.

Até a pornografia, que sempre é muito buscada na internet, foi superada pelo interesse no app.



*Fonte: BBC Brasil


*Imagens: Reprodução




segunda-feira, 21 de março de 2016

FOTOGRAFIA - A ESTRANHEZA DO NOSSO INCONSCIENTE

Conheça o trabalho da fotógrafa 
que captura sonhos com sua lente

EMOÇÃO E DRAMA

Se pudéssemos fotografar nossos sonhos, muitos dos registros provavelmente se pareceriam com as fotos de Andrea Torres Balaguer. A fotógrafa espanhola se inspira no surrealismo para reunir mistério, simbolismo e fantasia em suas imagens. Andrea enxerga suas fotos como uma coleção das pequenas memórias que conseguimos recordar de nossos sonhos.


Carregado de emoção e dramaticidade, o trabalho da fotógrafa é fortemente conceitual, ilustrando de maneira onírica e bela a estranheza de nosso inconsciente, seus símbolos e significados.



Pra quem sonha acordado, quem não lembra do que sonha, quem anota ao acordar ou quem tem certeza de que o sonho aconteceu, o trabalho de Andrea é feito para se mergulhar – até o despertador tocar.




















Fonte: Hypeness




sexta-feira, 18 de março de 2016

RAUL SEIXAS - AINDA SOBRE A SOCIEDADE ALTERNATIVA


SÓ HÁ AMOR QUANDO NENHUMA AUTORIDADE EXISTE

ESPECIAL RAUL SEIXAS
Por Giovanni Mattiello


“Imagine que não exista nenhum país/ (…) Nada por que matar ou morrer/ Nenhuma religião também”. Nos célebres versos de “Imagine”, John Lennon anunciava uma sociedade utópica. E ele iria além da canção: em manifesto, concebeu a tal nação fictícia, batizada de Nutopia. “Sem terra, sem fronteiras, sem passaportes, só pessoas. Nutopia não tem leis que não as cósmicas”, declaravam o ex-beatle e sua esposa, Yoko Ono, em1973.

No ano seguinte, um roqueiro brasileiro apresentava ao público sua versão da “Sociedade Alternativa”: “Faze o que tu queres, pois é tudo da lei”, cantou Raul Seixas.

Não era coincidência. Cada um à sua maneira, Lennon e Raul bebiam da mesma fonte, que seduzia jovens no mundo inteiro em tempos de descrença nos poderes e nas instituições: a contracultura. Dos hippies aos anarquistas, osanos 70 abrigaram diversas experiências de rejeição a todos os sistemas políticos estabelecidos, e propostas de comunidades alternativas que colocassem o ser humano como centro da vida social.

No Brasil, esses ventos de contestação coincidiram com o período mais grave do regime militar. No momento em que se prendia, torturava e eliminava quem ousasse se opor ao governo e a censura tomava conta dos meios de comunicação, eis que surge no Rio de Janeiro um jovem baiano tocando rock ‘n’ roll legítimo, ironizando os valores vigentes e pregando coisas estranhas como o egoísmo, o amor livre e a liberdade incondicional do ser humano. Quem era aquele sujeito?




Os agitos de roqueiro haviam começado ainda Salvador, no início da década de 60, quando o jovem Raulzito fundou a banda Relâmpagos do Rock, depois chamada de The Panthers. Eram as primeiras guitarras elétricas de que se tinha notícia na conservadora capital baiana. Aos 17 anos, fã de Elvis Presley, Raulzito não queria saber de escola, repetiu de ano várias vezes, mas em casa teve acesso à cultura, isolado por horas e dias a fio na biblioteca do pai. 


Chegou a prestar vestibular, mas abandonou o curso de Direito para se dedicar apenas à música. Em 1967, foi convencido por Jerry Adriani – integrante do já famoso movimento Jovem Guarda, de Roberto e Erasmo Carlos – a ir ao Rio de Janeiro gravar um disco. Convite aceito, naquele mesmo ano foi lançado “Raulzito e Os Panteras”, um fracasso de vendas. O grupo ainda acompanhou Jerry Adriani em alguns shows, mas se desfez, o que obrigou Raul a voltar para Salvador. Em 1970 surgiu nova chance: agora um emprego de produtor-executivo na gravadoraCBS. Ele tinha 24 anos e chegava ao Rio para ficar.

Na capital cultural do país, alguns conterrâneos de Raul já chamavam atenção no terreno da arte alternativa. Enquanto Gilberto Gil, Caetano Veloso e Tom Zé comandavam o Tropicalismo, Baby Consuelo, Moraes Moreira e Pepeu Gomes fundavam uma libertária experiência de vida comunitária dedicada à música que resultou no grupo Novos Baianos. Como o roqueiro que chegava, eram todos adeptos do experimentalismo formal, da guitarra misturada a ritmos nacionais, da adoção de novos comportamentos sociais e sexuais e, finalmente, do não-engajamento político. 


Por isso a contracultura era acusada de “alienada” pela juventude de esquerda, que pegava em armas para lutar contra a ditadura. Acusação um tanto injusta. “Era preciso muita vontade e alguma coragem para ser hippie numa ditadura militar boçal e truculenta. Visados pela polícia, muitos foram confundidos com militantes da resistência armada, presos e torturados por engano”, comenta o produtor musical Nelson Motta no livro “Noites tropicais”.


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Apesar da semelhança estética, Raulzito não entrou na onda de nenhum dos baianos que chegaram antes dele. Sua ideia de “Sociedade Alternativa” seria muito mais radical, e ganharia fortes conotações místicas. 


PAULO COELHO, O DONO DA REVISTA


Tudo começou em1971, quando conheceu Paulo Coelho, editor da revista alternativa 2001. Fã de discos voadores, o roqueiro encontrou na revista um artigo sobre o assunto e gostou tanto que resolveu procurar seu autor. Aquelas duas cabeças criativas e alucinadas mergulhariam num mar de referências para conceber canções com temas até então inéditos por aqui. Além da Nutopia de Lennon e Yoko, inspiravam-se em autores clássicos do anarquismo e do individualismo, como Pierre-Joseph Proudhon (1809-1865) e Max Stirner (1806-1856).

Mas o grande guru da dupla foi o mago inglês Aleister Crowley (1875-1947). É dele a frase “Faze o que tu queres, pois é tudo da Lei” — a “lei” concebida por Crowley chamava-se Thelema, palavra grega que significa“vontade”. Segundo ele, os desejos humanos não deviam sofrer nenhum tipo de restrição. Considerado satanista por desdenhar as noções de bem e mal e louvar Deus e o Diabo na mesma proporção, Crowley fez a cabeça de várias bandas de rock famosas na época, como Iron Maiden e Led Zeppelin. E também dos Beatles, que estamparam sua foto no meio das celebridades da capa do revolucionário disco “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967).

Uma inusitada estratégia de marketing proposta por Paulo Coelho levou as primeiras ideias da Sociedade Alternativa aos lares de todo o Brasil. No dia 7 de junho de 1973, Raul Seixas convocou a imprensa para registrar sua aparição em plena Avenida Rio Branco, no Centro do Rio, violão em punho, cantando a música “Ouro de Tolo”. Deu certo: a cena foi exibida no “Jornal Nacional”, horário nobre da TV. A canção era uma bofetada no conformismo nacional diante das vantagens ilusórias oferecidas pela ditadura:






Eu devia estar contente porque eu tenho um emprego

Sou o dito cidadão respeitável e ganho quatro mil cruzeiros por mês

Eu devia agradecer ao Senhor por ter tido sucesso na vida como artista

Eu devia estar feliz porque consegui comprar um Corcel 73

(…)

Eu devia estar contente por ter conseguido tudo que eu quis

Mas confesso abestalhado que eu estou decepcionado!

(…)

É você olhar no espelho e se sentir um grandessíssimo idiota

Saber que é humano, ridículo, limitado

E que só usa 10% de sua cabeça animal

E você ainda acredita que é um doutor, padre ou policial

Que está contribuindo com sua parte

Para o nosso belo quadro social…


OS FALSOS ALQUIMISTAS
“Ouro de tolo” é o nome que se dava na Idade Média às promessas de falsos alquimistas. Transpondo a ideia para a década de 1970, Raul Seixas reduz a nada as aspirações da classe média que apoiou o milagre econômico da ditadura: a euforia regada pela estabilidade social do cidadão respeitável e por uma visão religiosa conformista era simplesmente um “ouro de tolo”.




A música virou sucesso instantâneo. Contratado pela gravadora Philips, Raul Seixas juntou “Ouro de Tolo” a outras nove canções para lançar seu primeiro LP solo: “Krig-Ha, Bandolo!”, ainda em 1973. 

O ano seguinte marca uma escalada no projeto de construção da Sociedade Alternativa. Paulo Coelho publica na Revista Planeta uma análise crítica dos movimentos de contestação juvenil da década de 1960, principalmente o dos hippies. Argumenta que, através da poderosa influência dos meios de comunicação, os valores fundamentais dos hippies propagaram-se pelo mundo e foram absorvidos pelo sistema de maneira deformada: sua revolução de valores transformou-se em moda. Citando John Lennon e seu famoso desabafo “O sonho acabou”, Paulo afirma que “a decadência do movimento hippie provocou a mais importante e a mais radical transformação da contracultura: o nascimento das sociedades alternativas”.

E eles não queriam ficar no plano da utopia. Em terreno cedido pela Sociedade Ocultista Argentum Astrum (ligada à Thelema do mago Crowley), instalam em Paraíba do Sul (RJ) a “Cidade das Estrelas”, para concretizar o sonho libertário. Enquanto isso, saía o segundo disco-solo de Raul, “Gita”, com o hino “Sociedade Alternativa”, a mística Gîtâ (inspirada no texto hindu Bhagavad Gita) e a apoteótica “Trem das sete”, que profetizava “o Mal de braços e abraços com o Bem num romance astral”.

Mas sua primeira canção a despertar a censura viria de outro disco lançado naquele ano: a trilha sonora da novela “O Rebu”, composta por Raul e Paulo Coelho. Na música “Como vovó já dizia”, dois versos foram considerados subversivos – “quem não tem papel dá recado pelo muro” e “quem não tem presente se conforma com o futuro” (substituídas por “quem não tem filé come pão em osso duro” e “quem não tem visão bate a cara contra o muro”).







Em maio de 1974, o Departamento de Ordem Política e Social (Dops) finalmente fechou o cerco. Raul Seixas foi preso e torturado. “Tudo para eu poder dizer os nomes das pessoas que faziam parte da Sociedade Alternativa, que, segundo eles, era um movimento revolucionário contra o governo”, contaria mais tarde.

Nessa fase da ditadura as prisões eram secretas, ao contrário do que costumava ocorrer com as detenções na segunda metade da década de 1960. Após o fim da luta armada, a repressão se voltou contra a resistência cultural ao regime, perseguindo pessoas que expunham suas opiniões através da música e da imprensa. Foi o caso do roteirista e jornalista Vladimir Herzog, torturado e morto em 1975.

Segundo Sylvio Passos, presidente do Raul Seixas Oficial Fã-Clube, o trauma da prisão e da tortura foi duro paraRaul, que sempre chorava ao narrar esses episódios, em conseqüência dos quais desenvolveu uma paranóia que o fez sofrer muito. Depois de libertados, ele e Paulo Coelho exilaram-se nos Estados Unidos. Mas o estrondoso sucesso alcançado por “Gita” – que vendeu 600 mil cópias em todo o Brasil – os animou a voltar.

Ano novo, disco novo, cheio de contundentes mensagens ideológicas. No LP de 1975, “Novo Aeon”, Raul canta a poligamia em “A Maçã”, provoca com o “Rock do Diabo” e radicaliza o individualismo com “Eu sou egoísta”. As composições com Paulo Coelho agora dividem espaço com outros parceiros, como Marcelo Motta. Em breve o mago seguiria seu caminho longe de Raul, para se tornar o maior best-seller brasileiro de todos os tempos. Já oMaluco Beleza não abriria mão de defender suas crenças até o fim. 


No penúltimo disco que gravou (“A Pedra do Gênesis”, em 1988), um Raul já debilitado pelo alcoolismo revela manter a crença em Crowley na canção “A Lei” – pura transcrição de frases do mestre ocultista. “Todo homem tem direito de pensar o que quiser/ Todo homem tem direito de amar a quem quiser/ Todo homem tem direito de viver como quiser”. Assim viveu Raul Seixas, cuja estrada chegaria ao fim no ano seguinte.





Amigos desde 1984, a relação entre Raul e Marcelo Nova (ex-membro do grupo de rock baiano Camisa de Vênus) cresceu inicialmente movida pela paixão comum pelo blues e o rock dos anos 50. A parceria musical surgiu quatro anos depois, quando Marcelo decidiu visitar o amigo e deu-se conta do estágio terminal de sua vida e sua carreira.“Na verdade, não havia mais carreira. Ele estava parado há quatro anos, longe de seu público. Um dia cheguei em sua casa e ele estava sem um dente, abatido, bêbado, pesando 55 quilos. Alguma coisa precisava ser feita, não dava para assistir aquilo de braços cruzados. Levei Raul ao médico da minha família, que o examinou do cabelo à unha do pé e me disse que a única coisa a receitar era trabalho, já que ele se recusava a parar de beber”, lembra.

“O esforço do indivíduo Raul Seixas em estar presente naquela turnê sempre foi subestimado”, acredita Marcelo. “Já li muito sobre o ‘andar trôpego e cambaleante’ de Raul, mas, independentemente disso, ele pegava o microfone e, bem ou mal, com energia ou sem, subia no palco e cantava. Quem sabia dos problemas pessoais e físicos que ele enfrentava, sabe que se tratava de um esforço quase heróico”.

Raul dos Santos Seixas morreu aos 49 anos, de parada cardíaca. Já vivia havia nove anos sem dois terços do pâncreas. Diabético, driblava como podia as injeções de insulina (“Odeio injeção, por isso nunca fui junkie”, dizia), mas não dispensava chocolate. Alcoólatra, seu café da manhã consistia de um copo de vodca com suco de laranja no bar mais próximo de casa, seguido de doses paulatinas de éter ao longo do dia. Separado de sua quinta esposa, Lena Coutinho, desde 1988 morava sozinho num pequeno flat alugado no Centro de São Paulo.





Num destes cavalos-de-pau que o destino dá, um homem que odiava apresentar-se ao vivo e digladiava-se com gravadoras morreu descansando de uma maratona de 50 shows realizados ao lado do fã e último parceiro, Marcelo Nova. Naquela mesma semana, chegaria às lojas “A Panela do Diabo”, disco da dupla lançado pela multinacional WEA. E mais shows estavam programados até dezembro, quando a turnê seria encerrada com uma festa no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

Se hoje a liberdade de expressão é um valor sagrado, muito se deve à abertura proporcionada por livres pensadores como Raul Seixas, que ousaram defender a criação de uma sociedade alternativa à que era imposta pelo sistema político estabelecido num momento em que tal atitude implicava altos riscos.

Bem meus amigos, terminamos por aqui essa matéria especial sobre Raul Seixas, deixo a seguir alguns vídeos, desse importante nome não somente para o Rock Brasileiro, mas para a sociedade como um todo.

*Imagens: Reprodução


TOCA RAUL!







quarta-feira, 16 de março de 2016

RODRIGO HILBERT E SUA CULINÁRIA SELVAGEM

Rodrigo Hilbert se manifesta nas redes sociais sobre polêmica na estreia de "Tempero de Família" GNT/Divulgação


Maria Filpi, de São Paulo, sentindo-se aterrorizada com a exibição explícita de crueldade, em canal de TV, criou um abaixo-assinado requerendo a saída do apresentador que satirizou tais cenas.

Ele, o apresentador, é Rodrigo Hilbert, que está viralizando nas redes sociais.
A polêmica não para de crescer, atraindo todo tipo de comentários, incluindo alguns bastante apimentados, em relação ao citado "réu". 

Texto do abaixo-assinado de Maria Filpi:

GNT: Rodrigo Hilbert matou um filhote de ovelha ao vivo. Tire o programa dele do ar!


Rodrigo Hilbert, em seu programa "Tempero de Família", degolou, às gargalhadas, um filhote de ovelha que estava em fase de amamentação.Ele separou o filhote de sua mãe e cortou a garganta do animalzinho, que estava aterrorizado, a sangue frio e sem nenhuma compaixão.

Depois, fez um churrasco do bebê morto e mostrou tudo isso no ar. Em outro programa, pegou uma rã viva, tirou sarro do animal e o picou em pedaços para fazer uma torta. Esse apresentador é um horror, um ser primitivo que merece ser banido da televisão.

Se quiser assinar: AQUI


Rodrigo Hilbert se manifesta nas redes sociais
O apresentador Rodrigo Hilbert se manifestou nas redes sociais sobre o episódio de estreia da nova temporada de Tempero de Família. Gravado em Santa Catarina e exibido na última quinta-feira, o programa do canal GNT gerou polêmica na internet. Na atração, o apresentador ensinou a fazer um churrasco rústico de ovelha e, para isso, ele abateu um borrego de seis meses.

Pelo Instagram, Hilbert afirmou que não tinha intenção de incitar qualquer violência contra animais, mas apenas registrar o dia a dia dos pequenos produtores que lutam para criar e alimentar suas famílias. Ao fim do texto, reforçou o pedido de desculpas a quem tenha se sentido ofendido. (Fonte: ZH Entretenimento)

Leia a publicação completa abaixo, que ele postou em seu instagram: @rodrigohilbert

"Oi, gente! Em primeiro lugar, respeito as opiniões de todos vocês. Venho de uma família grande, igual a muitas outras nesse Brasil, que tem como tradição plantar e criar o próprio alimento que consome. Foi com esse espírito que a nova temporada do "Tempero de Família" se ergueu, com o objetivo de documentar a vida desses pequenos produtores, que cultivam e criam para o autoconsumo. Não tínhamos a intenção de incitar qualquer violência contra animais, mas apenas de registrar o dia-a-dia desses trabalhadores que lutam para criar e alimentar suas famílias. No entanto, por também respeitar aqueles que se manifestaram contra as cenas exibidas no programa, retiraremos as imagens em questão do episódio. Vou levar isso tudo como um aprendizado.

Ao mostrar o abate do animal em uma pequena fazenda, eu acreditava estar chamando a atenção para se conhecer a procedência dos alimentos, para se entender como é a cadeia produtiva do que consumimos. No entanto, qual não foi a minha surpresa ao perceber que, ao invés de passar uma mensagem de conscientização sobre o que comemos, vi surgir o ódio de muitos por mim. Entendo todos aqueles que defendem o amor aos animais. Mas acredito também que possamos fazer isso sem estimular xingamentos ou acusações, e, sim, promovendo a conversa entre todos nós. Se queremos um mundo melhor, vamos começar incentivando o diálogo pacífico e respeitoso.

Reforço as minhas desculpas verdadeiras a quem tenha se sentido ofendido.

Um beijo, Rodrigo."

A esposa, Fernanda Lima
Em seu instagram, @fernandalimaoficial, ela prestou apoio ao marido da seguinte forma: pegou um trecho da música do R.E.M Everybody Hurts



VIRALIZOU
NA MÍDIA

No R7

Após uma polêmica envolvendo o apresentador Rodrigo Hilbert no programa "Tempero de Família", o canal GNT resolveu cortar cenas do programa.

Na manhã desta segunda-feira (14), data em que se comemora no Brasil o Dia Nacional dos Animais, o marido de Fernanda Lima foi detonado nas redes sociais por conta de um novo episódio de seu programa de culinária, "O Tempero de Família" (GNT).

Em um dos episódios da atração, Hilbert matou uma ovelhinha de seis meses para cozinhar. Ele retirou os órgãos internos do animal, a cabeça e todo o pelo. Quase todo o processo de morte do bichinho foi exibido.

Ao fazer um post sobre o programa, o Facebook do GNT foi bombardeado por comentários detonando Rodrigo e o canal por exibirem a morte de um animal dessa forma. Os defensores dos animais não param de protestar nas redes sociais contra o ocorrido. O GNT tirou o post do ar e resolveu editar o programa, que irá ao ar agora sem as cenas da morte do filhote de ovelha. (Ler mais: AQUI)



ZH Vida e Estilo

Sacrifício polêmico
Abate de animal em programa de Rodrigo Hilbert levanta debate sobre origem e consumo de carne
Esse tipo de imagem deveria ser exibido? É educativo mostrar a origem da carne? Opiniões do público e de especialistas divergem: 

Veterinário diz que não se mata ovelhas tão jovens
Esse ponto de vista de que o abate praticado por Hilbert é revelador do processo pelo qual passa a carne antes de chegar à mesa do consumidor encontra um contraponto em representantes do setor pecuário e da indústria de frigoríficos. 

Eles argumentam que o apresentador de TV não seguiu as normas sanitárias que garantem a qualidade da carne ou os procedimentos técnicos que são exigidos para que o animal sacrificado não sinta dor.
(Leia mais: AQUI)


Vista-se
Rodrigo Hilbert mata filhote de ovelha em seu programa no canal GNT e choca telespectadores
Tentativa de banalizar a crueldade.

Segundo o pecuarista e anfitrião, o segredo para que a carne do churrasco de ovelha seja macia é matar um filhote, um animal que ainda esteja mamando.

A edição do programa tomou o cuidado de subtrair das cenas o momento em que o animal grita, mas é possível ouvir o sangue jorrando na bacia colocada embaixo dele após as primeiras facadas. Hilbert e o pecuarista cortam todo o animal, retiram os órgãos internos, a cabeça e todo o pelo. Fazem tudo isso conversando e explicando como se tudo fosse algo necessário.

Muito animado, o apresentador ainda brincou com o fato dos pelos do filhote, retirados junto com parte da pele, serem muito macios, parecidos com um sofá. Após esquartejar o filhote, Hilbert o temperou com sal e fez o churrasco. (Continue lendo: AQUI)

Como são os NÃO carnívoros
Yasmin Brunet Natural Vibe


ELA É NATURAL VIBER

“Comecei a ver tudo de uma forma completamente diferente, foi como se um véu tivesse sido tirado dos meus olhos. Estou mais calma, parei de fumar e nunca estive tão saudável! Tudo no começo é difícil e sentia muito desejo de comer carne, mas vale a pena. Hoje em dia vejo as carnes como cadáveres. Minha forma de ver o mundo mudou. Vejo tudo como uma unidade, um todo e uma energia… Tudo está conectado e tudo tem um propósito, pois as coisas se complementam.” 

Vegetariana, Yasmin eliminou todos os tipos de carne de sua vida e não sente mais falta!!!



Fonte: Natural Vibe


quinta-feira, 9 de julho de 2015

MINIONS - POR QUE ACEITA-SE SERVIR A UM OU MAIS CHEFES PERVERSOS?

 THE MINIONS SOMOS NÓS
 

Minions:
 trabalhadores zelosos com corpos indiferenciáveis entre si, dados como superfícies lisas que só se distingem uma da outra numa identidade própria pelos gadgets de agenciamento sobrepostos a seus corpos e que marcam as notas de suas essencialidades (no banco, na igreja, na escola, no hospital, na fábrica, no fórum, no tribunal, etc. etc. etc.), as quais em geral não passam de suportes idiotizados fora da linguagem ou participes de uma linguagem rustica uteis apenas para uma relação codificada que se instrumentaliza e diverte no limite da obediência suportável.

    

Haveria, portanto, em cada um de nós uma propensão natural oculta, contudo real, a servir e obedecer aos maus – como necessitam os minions

  por Abenon Menegassi

O filme de animação Os Minions, 2015, direção de Kyle Balda / Pierre Coffin, também nos joga de cheio na questão, a mais importante da modernidade: por qual motivo uma enorme parcela de colaboradores, senão todos, independentemente do contexto social em que está inserido, aceita servir a um ou mais chefes perversos? Esta questão está posta em GOOD PEOPLE AND DIRTY WORK, de EVERET C. HUGHES, Brandeis University, por Primo Levi em É isto um homem? E tambem por Zigmut Baumman em Holocausto e modernidade e que é basicamente esta: pq boas pessoas aceitam fazer o trabalho sujo? No livro Sonderkommando: no inferno das câmaras de gás, o autor Schlomo Venezia testemunha o tempo em que foi obrigado a trabalhar na remoção dos corpos gaseados nas câmaras de Auschwitz. Venezia relata que não havia escolha, era servir ou morrer.

O livro todo é atravessado por esta questão de escolha e, embora, seja uma situação limite é o próprio Venezia quem informa que certo dia um homem se recusa a obedecer e, diante de todos, é imediata e exemplarmente executado com um tiro na nuca por um oficial alemão. A conclusão que se tira desta cena é que então não havia a menor chance ou possibilidade de uma escolha que não fosse forçada. Ao se ler Antígona de Sófocles somos levados a esta decisão irreversível por parte da heroína, a de que diante da lei da cidade (pólis), uma lei que contraria leis e princípios mais autênticos e verdadeiros - no caso dela as leis de família -, (oykós) não há que temer diante do preço a se pagar.

Parece ser este o tema do Filme O filho de Saul a estrear por aqui no segundo semestre deste 2015. O filme, então, atualiza o problema: como rompermos os muros externos e internos que dividem e separam as pessoas em grupos de famílias, de hierarquias, de condições sociais, sexuais, econômicas, etc, grupos condominizados por síndicos verdadeiramente hitleristas, para finalmente nos solidarizarmos com o outro, familiar ou não, se estamos sob os mesmos regimes de dominação? Seria o caso de se dizer, dado o exemplo deste solitário e suicida resistente, que a escolha de viver e ter que fazer o trabalho sujo é um ato de má fé?

Não creio que se deva tão facilmente naturalizar tal conjunção e muito menos generalizá-la num universal irrefutável. Quanto à segunda guerra mundial, é preciso o esforço de compreensão para assimilar por quais motivos insondáveis cada qual fez o que fez e, talvez, entender um pouco suas razões. Até aqui a questão fica circunscrita. Mas, o problema se desdobra quando autores como Baumman, Levi, Agambem, Hughes, Arantes e outros propõem que o mais colossal trabalho sujo da história não é (não foi) o advento de um episódio triste da história que pode ser datado e localizado num tempo sem precedentes e que, também, jamais voltará a acontecer. 




A melhor maneira de não se incitar a revolta é evitando a comunicação?

Ao contrário, o que estes autores de alguma forma enfatizam é que Auschwitz é o paradigma par excellence da modernidade e que as ações daqueles colaboradores zelosos não são exceções a serem lamentadas e esquecidas, mas práticas que se repetem todos os dias em todos os lugares e impetradas por pessoas convincentemente de bem. Entre tantas consequências de peso que esta premissa exige, uma pode ser colocada de imediato: se atuamos e servimos sob a lógica da razão moderna de organização do trabalho para a produção de mercadorias e seus meios periféricos, então não há saída, estamos em Auschwitz.

Esta afirmação vem de encontro ao nosso narcisismo e bate em cheio em nossas caras. Nós, os que trabalhamos e pagamos nossos impostos e contas, nós o que vamos à igreja e levamos nossos animais aos domingos para passear, nós que criamos os nossos filhos e cuidamos de nossos entes queridos, nós os cidadão de bem...não somos inocentes, pois de alguma forma perpetuamos as ações realizadas pelos colaboradores que alimentavam, desde seus inúmeros postos de trabalho, os fornos de Auschwitz. A ideia é aterradoramente simples: nosso trabalho, seja em que instituição e em que tempo for, obedece à mesma lógica de racionalidade moderna que tanto tornou possível quanto perpetua Auschwitz.

Haveria, portanto, em cada um de nós uma propensão natural oculta, contudo real, a servir e obedecer aos maus – como necessitam os minions –, propensão esta que se compatibiliza com algo próximo a uma espécie de consciência tranquila ou, oprimidos e destituídos do direito de opinar e escolher, temos que nos contentar apenas com a ideia de que, mesmo calados, basta estar vivo? De certo, talvez, a resposta não seja universalizável e tenhamos que nos contentar com a ideia de que cada um é livre para decidir entre se há ou não a possibilidade de escolha em todos os casos.

Mas, um ponto é necessário abordar (para os que quiserem ir adiante com a questão). Se somos seres dotados de uma dimensão moral e irredutíveis a biopolíticas de controle, então como participar da tarefa que se abre à nossa frente, a saber, a de escapar a certas lógicas de barbárie que nos mostram que o único caminho é colaborar? 

Para finalizar, fica uma pergunta, mais uma: por qual motivo nossas escolas não incluem a disciplina “Holocausto”? Não seria porque, como mostra Jurassic World, a melhor maneira de não se incitar a revolta é evitando a comunicação?

Bom filme.




MINIONS, O FILME
“Meu Malvado Favorito”


Eis que então que Kevin, juntamente com o rebelde Stuart e o adorável Bob, aventuram-se pelo mundo à procura de um novo e malvado chefe para seguirem.


Renda: R$ 56,56 milhões
A animação acompanha as aventuras dos queridos ajudantes amarelos de Gru, o protagonista de Meu Malvado Favorito. Antes de trabalharem para Gru, os Minions já serviram vilões como um T-Rex, Genghis Khan, Napoleão e até o Drácula.

Minions procuram um chefe

Após servir a inúmeros mestres, os Minions encontram-se sem ninguém a quem servir e entram em uma profunda depressão.


Depois de viverem afastados por um tempo, buscam um novo chefe em uma convenção de vilões, em Orlando, nos Estados Unidos. (Revista Exame)

O longa de animação é dirigido por Kyle Balda e Pierre Coffin, roteiro de Brian Lynch (de “O Gato de Botas”). No elenco de dublagem estão Sandra Bullock (“Gravidade“), Jon Hamm (“Sucker Punch – Mundo Surreal“), Michael Keaton (“Birdman“) e Steve Coogan (“Philomena“).  (“Meu Malvado Favorito“).